Tô gripada, e isso faz uma diferença! Num sol escaldante, sem saber se ligo o ar condicionado do quarto quando chegar no hotel, ou não, entrando na câmara fria e explicando destalhes do frigorífico às duas horas da tarde, indo no curral, charqueada, sala de abate, me poupei da graxaria, porque não sou uma heroína!
Parece bobagem, e é. Mas acabei de ler um artigo sobre os nossos melhores anos gastos com um trabalho que não nos dá alegria. Esse é o lance: ainda me alegro por estar fazendo isso. Talvez porque goste de ouvir o som da minha voz e perceber que acumulei percepções durante esse trajeto, que quando explico algo para alguém interessado em me ouvir isso me maravilha. E conheço detalhes, cantos, operações sem serem realizadas, só de olhar para o frigorífico. Erro pra caramba, e erro feio! Mas adoro quando acerto! E, neste caso, receio que a viagem tenha sido apenas mais comprida que necessária.
Desejo sempre muita saúde de presente de aniversário, porque é a única coisa que no final importa.
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